Se tem uma coisa que esta sendo amplamente discutida pelos bares do país é a tal da pena de morte. Talvez nem tanto pelo âmbito judicial, como uma lei, mas definitivamente através de uma tolerância menor, por parte da polícia, em situações extremas como no caso de Santo André. Não que a policia não mate, na verdade eles até fazem justiça com as próprias mãos, como no caso do Ônibus 174 ocorrido no Rio de Janeiro em 2000.
Acho que seria mais aceito eliminar o criminoso no ato do crime, claro. Enfiar uma bala no meio da cabeça do meliante, além de dramático, seria algo bem mais aceito pela opinião publica – e daria um bom filme de ação. É feio e eu sei disso, mas é um desfecho mais justo que um inocente morto, e ainda teríamos mais chances de ganhar um Oscar – todos querem um Oscar.
Pior ainda seria espancar e sufocar o bandido quando o mesmo já estivesse imobilizado, é uma covardia, poderia chocar a sociedade – pelo menos a parte fraca, a turminha dos direitos humanos. Nada contra, mas se fosse um parente meu a vitima do bandido, os direitos humanos para mim não passariam de um obstáculo entre minhas mãos e a garganta do infeliz – atenção, parágrafo nada construtivo.
Voltando à pena capital, o problema é que a justiça ainda não é perfeita, e duvido que um dia seja. Ideologicamente sou a favor, mas na pratica condenaríamos inocentes à morte. Simples assim.
1 comentários:
Gabi disse...
Você já viu o documentário do Ônibus 174?? É muito bom e interessante, mas principalmente para a turminha dos direitos humanos. heehehehe A gente chega até a ficar do lado do bandido, interessante!
Sábado, Outubro 25, 2008 10:51:00 AM
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